sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

I-A Essência Peculiar ou A Ajuda Peculiar?

"Ele está morto, jim!"
Não, não é o caso, sim...Meu blog reviveu!
Estive pensando em o que faz esse blog ter esse nome, e lógico que a respostá é óbvia: o I ser peculiar ;mas o que sou, acredito eu, que seja um resultado de minhas experiências, expectativas e influências.  Mas focando nas expetativas, seja as que coloco sobre mim(acredite, não são poucas!), ou sobre os outros, eu realmente acredito que o que você deseja para os outros, volta para você,apenas a lei da ação e reação.
.Mas não consigo não pensar que as expectativas que eu coloco nos outros, no fundo são expectativas que eu estou colocando sobre mim, logo, quando sou desapontada não tem como eu não me culpar por tal falha.
 Mas a questão é, quando você(eu)  pede ajuda à alguém, sem levar em consideração o que seria ajudar para ela, ou quais expectativas ela joga para as ações que ela concretizará(juro, não achei outra palavra!), mas que somente me atingirão. Aí vem a famosa justificativa, que eu uso muito, já que esse blog é para autocrítica, a tal justificativa é :"Mas eu tinha boas intenções.", ou então, "Eu achei que era a coisa certa." ou até ( essa é de uso pessoal): "Na minha cabeça ia dar dando tão certo!". E então a também famosa frase "De boas intenções, o inferno está cheio!" começa a fazer sentido, ou não porque eu nunca entendi muito bem o que isso quer dizer, já que o inferno é um lugar mau, mas como também não entendo ironias ou sarcasmos, deve sim fazer sentido.
Toda a grande questão aqui é que quando você pede ajuda à alguém, e depois se vê mais ferrado na situação do que antes de pedir ajuda, saiba que sim, é horrível de admitir, mas a culpa é SUA, ou minha, já que eu sempre acho que tudo é culpa minha mesmo, pode botar na minha conta!
De resto, se eu pudesse dar um conselho a vocês, peculiares leitores,  seria este: Crie gatos, galinhas ou até papagaios,mas não crie expectativas! E claro, como não poderia faltar: Use filtro solar.
Ah, antes que eu me esqueça, alguém pode me falar se o vestido é Azul e Preto, ou Branco e Dourado? Agradecida!


domingo, 29 de junho de 2014

I-Culpados Peculiares

Faz um tempo que eu não posto aqui, pois faz um tempo que absolutamente nada acontece na minha vida, e quando acontece é sempre particular demais para compartilhar com vocês, peculiares leitores(eu não sei se devo usar essas palavras no plural).
Também tem o fato de que a blogspot é ótima para revisões,tão boa, que eu passei a ter muitos leitores como revisores, pois em todos os textos sempre tem um erro que não consigo corrigir,pois só consigo corrigir um erro por vez.
Ou então eu estou arrumando desculpas e tentando achar um culpado, coisa que faço muito na minha vida, como diria o sábio Homer Simpson "A culpa é minha e eu boto ela em quem eu quiser", ou então  John Green que foi mais específico e culpou as estrelas, e não, nunca li "A culpa é das estrelas" ,e não tenho vontade.
A questão é, se é que tem uma questão na minha pequena divagação.
A questão é que sempre aconteceu tudo na minha vida,por menor que fosse, eu sempre conseguia divagar a respeito, mas agora, talvez porque eu tenha criado um blog sobre divagações, não me acontece mais nada, e isso eu posso botar a culpa em uma das leis que regem a vida: A lei de Murphy!
O meu problema em assumir culpas já foi assumido aqui, e essa frase é tão contraditória que eu prefiro nem comentar.
Enfim, foi só um desabafo da meia-noite, agora vou voltar para a vida perculiarmente pacata...

sábado, 17 de maio de 2014

I- Uma Noite Peculiar

 Tudo começou hoje, quando decidi que passaria a tarde no Hyde Park ,que ficava perto de onde mais tarde eu teria um compromisso. Andei até a estação de metrô do meu bairro, quando cheguei fui direto abastecer o meu cartão do metrô, pois estava com pouco saldo e eu não sabia quantos metrôs precisaria pegar no dia.
 Tentei abastecer a primeira, ok, não deu certo...Tentei a segunda, e tive que admitir: é o cartão de débito que deu problema pela décima quinta vez!( --" minha cara de repúdio para a situação!). Então resolvi que iria mesmo assim, só na fé e na coragem, claro que eu tinha o meu cartão de débito, tinha cartão de crédito, mas como eu sou estrangeira, tenho medo de cometer alguma falta. Consegui chegar ao parque, só que agora eu tinha metade do saldo. No fim da tarde,quando olhei o mapa para ver qual metrô eu pegaria ,para o meu compromisso, percebi que eu estava a duas quadras do lugar, sim, peculiarmente desatenta(prefiro pensar sortuda!), então andei até o lugar; e pronto, dinheiro economizado.
O compromisso começava as 18:30 e eu pensei que acabaria, sei lá 20:00. Sim, o horário é de fundamental importância, uma vez que o por-do-sol é as 22:00, 20:00 ainda estaria claro. Mas para o meu azar, o compromisso acabou as 21:00 e então já não estava tão claro, até perceber que o horário fugiria do meu controle, meu plano infalível(sqn) era: andar duas estações até Oxford Circus ,que tinha sido a estação que eu tinha descido no começo do dia, lembrando que só andaria as duas'estações por causa do cartão esgotado. Ok, andei,andei e andei...fui pedir informação e descobri que a Oxford Circus ainda estava à vinte minutos andando, nessa altura do campeonato eu já não sentia os meus pés. Então olhei para uma estação a poucos metros de mim, e resolvi que pegaria aquela mesma é que se algo acontecesse, eu daria um jeito!
 Quando cheguei lá, para a minha surpresa, eles faziam a linha que eu precisava, a linha vermelha, sem precisar trocar de metrôs e cobrar mais. Perfeito! Entrei no metrô, isso já era 21:30 mais ou menos,mas o que importava é que eu chegaria em casa. 
 Contabilizando mentalmente quanto eu tinha para o taxi, percebi que agora estava tudo bem, desde que o fato de que eu não tinha pego a estação certa, não fosse cobrado a mais. Quando cheguei na minha estação, desci, e para a minha surpresa, tinha dado menos que o temido e esperado. 
Ok, hora de pegar o taxi, a parte mais fácil, eu ainda me confundo com o caminho que faço para chegar em casa, de dia eu me confundo, que dirá a noite! ( problemas com senso de direção, já admitido em outro post).
Dei o endereço por escrito para o motorista, quando ele chegou, eu acho que estava cansada demais, ele parou em um lugar que eu simplesmente nunca tinha olhado por aquele ângulo(nem sei se essa é a melhor forma de me expressar), então falei pra ele que não era ali, ele olhou pra mim, querendo me fusilar e disse "mas esse é o endereço que está escrito!", eu perguntei se ele tinha certeza, acho que foi aí que o deixei mais irritado. Nesse momento, comecei a ficar nervosa, quando fico nervosa, não consigo pronunciar uma frase coerente em inglês, como se não bastasse o celular tocou. Desci do carro,dei uma olhada em volta e constatei o óbvio: É a minha casa! 
Me recolhi a minha ignorância por ser alguém ,sem muito senso de direção ,questionando um taxista, com um "sorriso amarelo" dei o dinheiro à ele, disse que era ali mesmo e que eu não conhecia muito bem o lugar, então ele disse "mas eu sim,sou taxista!" e começou a resmungar, eu fazendo cara de quem estava entendendo o que ele dizia ,só consegui dizer "Sorry! Thank you!", e saí do carro, querendo me enterrar de tanta vergonha.
Nota: Vou de taxi, cê sabe? Que bom porque eu não!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

I- Conselheiros Peculiares


Se me perguntarem a que tenho alergia, direi : a poeira. Quando entro em contato com muita poeira, minha renite ataca, que quando percebo, já estou com os olhos vermelhos(de tanto coçar), espirrando e com a garganta coçando loucamente.
Mas se me perguntarem sobre minhas "alergias mentais", direi que são infinitas! 
Sim, confesso, sou uma pessoa um tanto quanto chata, quando diz respeito aos meus erros, quanto as "gafes" que cometo do dia-a-dia, as vezes me pego pensando em gafes que dei há anos.
Uma das coisas que sou "mentalmente alérgica" é quando penso que posso estar interferindo na vida alheia, adoto isso como regra de vida, faz parte da "política da boa vizinhança" para mim. Se não entendeu, o que quis dizer é que eu não gosto de pensar que estou me metendo na vida alheia, por isso, sou super alérgica a conselhos, não dou, a não ser que me peçam, e ainda sim, me sentirei muito mal ao fazê-lo!
 Algumas coisas eu realmente sou enfática quando disrespeito a convivência social, eu geralmente, espero que as pessoas me tratem como as trato, e isso na maioria das vezes,faz com que eu me decepcione, porque não são coisas como: Ah, eu fiz um favor a ela, então ela deveria me fazer um. Não é exatamente sobre isso que falo, é sobre interferirem na minha vida, por exemplo, o meu "viva e deixe viver" que dou a você, realmente espero ser retribuída! Ah,mas Isabela,você não gosta de ser ajudada? Sim,gosto, necessito as vezes, mas sempre que precisar, pedirei!
Acontece, que quando a ajuda, é solidária e dada de forma voluntária, quando se é oferecida, eu com certeza desconfio, pois pra mim, é muito surreal pensar que uma pessoa é boa ao ponto de além de cuidar da própria vida(o que nesses casos,já não é uma coisa fácil), ela ainda tenha disponibilidade de cuidar da minha, ao ponto de perceber o que necessito ouvir ou não.
Como já falei aqui, para mim, não é tão difícil assumir meus erros, para mim é difícil assumi-los publicamente,pois acho uma atitude desnecessária, e uma vez que o "publicamente" pode ser para uma pessoa, sim, me sinto incomodada em fazê-lo.
Não sei se com vocês, mas os meus "conselheiros voluntários" tem uma característica em comum: Todos tem problemas para resolver consigo mesmos, e todos apresentam um desprendimento(estou confusa, se é essa a palavra que devo usar para descrever) fora do comum, que faz com que parem de cuidar da própria vida,afim de cuidar da alheia, pois sim, o bem precisa ser feito, sempre! --"(minha eterna cara de repúdio!).
Eu sei que esta campanha é clichê, e você com certeza já deve ter escutado ela por aí,mas é extremamente necessária, então, eu também lanço: Não me dê conselhos, me dê dinheiro!
Pois do jeito que a coisa anda, não me supreenderia se Suzane  Richthofen aparecesse querendo me dar conselho sobre como tratar meus pais melhor.

sábado, 10 de maio de 2014

I- Perdidamente Peculiar

 Estou passando um semestre na Inglaterra,para aprender inglês, não darei muitas informações sobre isso,porque peculiarmente não sou obrigada, e porque não! Haha, quem sabe em outro post.
Hoje eu precisava ir ao centro da cidade, mais ou menos uma hora de onde eu estou ficando, uma hora de metrô, contando com as trocas de metrô que faço.
 Eu precisava estar no centro 10:00 da manhã, eu achava que estava certa disso, bom, então peguei o metrô aqui perto e pelo que eu sabia, eu deveria pegar mais dois para chegar ao destino final, só que quando entrei, resolvi pedir informação; em geral os britânicos são muito prestativos quando lhes é pedido informação, mas por infortúnio do destino, o homem que me deu a informação acerca da troca de metrôs, me deu a informação errada, e eu fui parar do outro lado da cidade. Detalhe:eu tinha visto o percurso que deveria fazer, na internet;aí comecei a me xingar por dentro, e me perguntar "que espécie de animal troca a informação dada pelo google, pela informação dada por uma pessoa qualquer em um metrô? Que tipo de animal?(Eu posso ser politicamente incorreta quando falo de mim, se você se identificou,não é culpa minha! Mas acho difícil alguém fazer o que fiz.).
Fui parar do outro lado da cidade, lembrando que eu tinha hora pra chegar , e nessa altura do campeonato, faltavam 20 minutos para a hora do compromisso, e eu só conseguia pensar duas coisas:eu sou um animal, e "ferrou"!
Quando cheguei à estação para pegar o metrô certo, a moça que auxiliava na estação me falou que meu percurso levaria cerca de 40 minutos,automáticamente fiz um cálculo de matemática básica na minha cabeça( 20 para o compromisso - 40 de percurso= I subindo pelas paredes de raiva!). Desistir e voltar pra casa? Coerente, sábio, mas quando estou irritada, sou tudo menos coerente e sábia. Então decidi que continuaria, mesmo chegando atrasada.
 Por fim,depois de 40 minutos, cheguei, quando cheguei descobri que estava 1 hora adiantada, a raiva e o alívio fizeram um reboliço na minha cabeça...Como assim raiva? Não deu certo? --"(minha cara de repúdio se alguém me falar isso!) sim,deu,mas se eu soubesse que estava tão adiantada,provavelmente não iria querer cortar caminho no começo da história, e provavelmente não teria me metido nisso tudo.
No final do meu compromisso precisava voltar para casa, dessa vez eu fiz tudo direitinho,peguei o metrô certo, fiz a troca de metrôs certas e cheguei ao meu destino final, por isso consegui chegar em casa sem maiores problemas,certo? Não! Quando desci na estação final, a minha casa é extremamente perto dessa estação, questão de 3 quadras. Não me perguntem como,mas o nosso querido I conseguiu se perder, perdida e perguntando o endereço para todo mundo, e todos falando que não sabiam, o medo começou a me consumir.
Quando eu pensei, "não há mais nada que possa acontecer para me deixar mais estressada do que eu estou" ,quando terminei de pronunciar mentalmente essa frase, começou a chover(tão clichê que até eu custei a acreditar!).
Por que eu simplesmente não liguei para as pessoas que moram comigo? Porque o celular estava sem bateria, e curiosamente, todas as pessoas que cruzavam o meu caminho também estavam sem crédito.
Quando finalmente, eu cruzei com um homem, que me deu a informação,mas vendo que estava chovendo, se compadeceu do pobre I, e resolveu dar uma carona, ou foi isso ou ele viu o tamanho do meu desespero, quando ele disse que o endereço que eu procurava ficava à mais ou menos 30 minutos de onde eu estava, 30 minutos andando! E eu só conseguia gritar mentalmente "por que? Por que? I de capivara,isso sim!).
Bem, aceitei carona, nem pensei nos riscos que poderia estar correndo, ele então me deixou em meu destino,agora sim, final, e acabei a tarde em segurança.
Balanço Geral: I necessita trabalhar o senso de direção, I precisa parar de gritar consigo mesmo,pois acaba gesticulando e atraindo olhares curiosos para si. E por fim, I precisava parar de acreditar em qualquer informação que recebe na rua!

quinta-feira, 8 de maio de 2014

I- Protelador E Peculiar

 Faz um tempo que protelo para criar um blog, por mais que seja o que mais quero(e acho que o que mais preciso), ando protelando há meses.
Fato é que protelar por algo que quero fazer é extremamente peculiar, pois não há um motivo aparente para isso. Como quando eu acordo meio-dia morrendo de fome, mas fico protelando a minha ida à cozinha, ou quero ver um filme, e protelo...Não me pergunte o porquê, eu também não sei.
 Protelar é uma coisa que fazemos com freqüência nos estudos, no trabalho, mas é estranho quando protelamos com coisas que estamos ansiosos para fazer.
Mais peculiar ainda é quando temos preguiça de certas coisas, que não exigem o mínimo esforço, na maioria das vezes, estou de pijama na minha cama, "morrendo de sono", mas simplesmente fico com preguiça de dormir...Quem tem preguiça de dormir? Isso é deveras peculiar(eu acho).Ou então, quando quero muito ver um vídeo no youtube, e fico com preguiça de ter que olhar para a tela.
Se tem vezes que tenho preguiça, outras tenho uma disposição indiscutível, tanta, que não tenho paciência de esperar os 20 segundos da publicidade do UNO(vício eterno!), ou então estou assistindo um vídeo, em que o apresentador fala sobre que vão falar, e já que eu li o título,quem precisa de explicações, então cerca de 40 segundos, não tenho paciência, e pulo. Juro que já tentei ver a publicidade do UNO,do youtube, ou os 40 segundos de enrolação de um vídeo,mas sério, não dá!
É peculiar como os dois extremos se apresentam de maneira tão forte, a preguiça,que me faz protelar pelo que quero é pelo que não quero fazer, e a impaciência,a pressa. Porque um é praticamente o oposto ao outro. Mas eu sinceramente estou morrendo de preguiça de divagar sobre isso, e muito impaciente para explicar o final da minha possível idéia.
 Agora acho que vou parar de enrolar e ir dormir, pois só estou escrevendo para protelar o meu sono, a verdade seja dita!